PALMEIRAS

Posse de Bola | Mesmo fazendo pouco, Pato reacende a esperança do torcedor

Posse de Bola | Mesmo fazendo pouco, Pato reacende a esperança do torcedor
Alexandre Pato é um fenômeno interessante. Como poucos jogadores, ele tem o poder de resgatar confiança de parte das pessoas apresentando muito pouco. Era dado como uma aposta completamente errada da diretoria. Até entrar em campo contra a Ferroviária, quarta-feira à noite. Uma arrancada, um chute no travessão… e as boas expectativas sobre seu ano…

Alexandre Pato é um fenômeno interessante. Como poucos jogadores, ele tem o poder de resgatar confiança de parte das pessoas apresentando muito pouco.

Era dado como uma aposta completamente errada da diretoria. Até entrar em campo contra a Ferroviária, quarta-feira à noite. Uma arrancada, um chute no travessão… e as boas expectativas sobre seu ano ressurgiram com força.

Meu amigo e parceiro deste blog Arnaldo Ribeiro me enviou um email logo cedo hoje, tentando explicar o motivo de o jogador, neste começo de temporada, mais uma vez despertar esperança.

“Um ‘janeiro exemplar’.

. Se apresentou em forma.

. Se empenhou nos treinos.

. Recusou proposta para sair do país, priorizando o ‘aspecto esportivo’.

. Mudou comportamento em redes sociais, concentrando todos os esforços na carreira de jogador e nos vínculos com o São Paulo (está sendo “assessorado” para tal”).

. Aceitou a reserva, sem se conformar.

. Entrou com empenho nas duas primeiras partidas, se desdobrando na marcação no clássico com o Palmeiras.

. Ganhou a vaga de titular contra a Ferroviária. Perdeu gols, mas se empenhou ao máximo…

Arnaldo identificou esses pontos, mas ele mesmo não acredita em um ressurgimento do jogador. E nem eu.

Para mim, Pato fez um jogo normal e perdeu um gol que atacante não poderia perder. Se dedicou, é verdade, mas quase aos 30 anos ainda não descobriu o que ele é: centroavante? Atacante pelo lado? Jogador para jogar atrás de linha dos homens de frente?

A impressão de que foi bem vem do fato de que Pablo mais uma vez foi mal. E aí, o pouco vira muito.

E a sua impressão, qual foi?

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